Prefeito e lideranças participam de painel do movimento “Juntos pela Duplicação da BR-116 Sul”

O prefeito Alexandre Lindenmeyer, o vice-prefeito Paulo Renato e o presidente da Câmara de Vereadores de Rio Grande, Flávio Maciel, estiveram presentes na tarde desta sexta-feira (20), em Camaquã, no painel “Duplicação Urgente”, promovido pelo movimento “Juntos pela Duplicação da BR-116 Sul”. O evento foi realizado no Teatro Sesc, centro da cidade. Entre os participantes, prefeituras da região Sul, lideranças regionais, senadores, deputados estaduais, representantes do DNIT, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Universidade Católica de Pelotas e frentes parlamentares, estadual e federal, em defesa da duplicação da BR 116.

Na ordem do dia do encontro, apresentação dos dados econômicos que justificam o término da duplicação da BR-116; a apresentação do cronograma físico e financeiro na obra; apresentação de depoimentos de familiares que perderam entes em acidentes e de pessoas que ficaram com sequelas, além da apresentação do número de acidentes ocorridos por causa da não duplicação.

O prefeito de Rio Grande disse que a articulação é fundamental para o fortalecimento e desenvolvimento social e econômico da metade Sul do Rio Grande do Sul. “Estamos juntos, numa grande mobilização, dos prefeitos da região Sul, das Câmaras de Vereadores, das comunidades, engajados nessa luta pela busca da duplicação da BR -116, uma obra que já se prolonga por muitos anos. Precisamos vê-la concluída, para que possamos evitar o sucessivo número de mortes que tem ocorrido nesta rodovia. Ao mesmo tempo o fortalecimento e desenvolvimento social e econômico na nossa metade Sul. É uma mobilização de todos os municípios em prol desta pauta, valorizando a região”, disse Lindenmeyer.

Entre os encaminhamentos do painel, esteve a proposta de uma reunião com o presidente da República, Michel Temer. O movimento também sugeriu compromisso do governador do Estado do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, para que os R$ 229 milhões que foram carreados por decisão política para a ponte do Guaíba, sejam destinados para a duplicação. “A continuidade das obras passa por uma decisão política. Trata-se do interesse de uma minoria, por decisão de gabinete, se sobrepujando aos de uma maioria. E isso não pode acontecer”, argumentou Lindenmeyer.

Assessoria de Comunicação/PMRG

Fotos: Divulgação

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