APROFURG aprova indicativo de greve sanitária em defesa da vida

Após amplo debate junto à categoria, docentes aprovaram por unanimidade o indicativo de greve sanitária, em assembleia geral, nesta quinta-feira

Na tarde desta quinta-feira, dia 25 de fevereiro, os professores sindicalizados e as professoras sindicalizadas da APROFURG – Seção Sindical do ANDES-SN realizaram mais uma assembleia geral da categoria docente da FURG e do IFRS – Campus Rio Grande. Por unanimidade foi aprovado o indicativo de greve sanitária em defesa da vida.

A Assembleia começou pontualmente às 16h, com os informes dos professores e professoras que participavam da conversa online. O tema dos informes passou pela reunião conjunta dos Setores das IFES e das IEE/IMES e pelas reuniões dos Grupos de Trabalhos (GTs) do ANDES-SN, como Comunicação e Arte, do GT História do Movimento Docente, além da Comissão da Verdade.

Em seguida, o segundo ponto de pauta tratou sobre o “Estado de Greve Sanitária pelo ANDES-SN”. O professor do IFRS – CAMPUS RIO GRANDE e membro da diretoria da APROFURG, Gustavo Borba de Miranda fez um relato sobre os assuntos debatidos na reunião do setor do Sindicato Nacional e porque o ANDES-SN sugeriu o Estado de Greve. Depois de amplo debate, os encaminhamentos propuseram a substituição do termo “estado de greve” para “indicativo de greve”. Por unanimidade, foi aprovado o indicativo de greve sanitária em defesa da vida.

Vale ressaltar que o ANDES-SN não é contra o retorno presencial, mas defende a volta com as seguintes condições: Vacina do SUS para todas e todos, com a ordem de prioridades definidas nacionalmente pelo PNI; Testagem ampla e rastreamento; Condições de trabalho nas IE e CEFET, com os procedimentos, as adaptações, e os materiais.

Para a vice-presidenta da APROFURG, Alana Pedruzzi, a aprovação unânime dos professores e das professoras foi parte importante deste processo. “Isso significa que a base está unida na defesa dos interesses da categoria e de toda a sociedade, entendendo a importância desta temática e procurando garantir todas as condições de trabalho para o retorno presencial, garantindo a saúde e a vida de todos e todas”, disse.

ASSEMBLEIA PERMANENTE

O terceiro ponto de pauta foi a assembleia permanente para a temática da greve, que também foi aprovada por unanimidade. As assembleias tradicionais têm que ser convocadas com 72 horas de antecedência. Já com a aprovação da assembleia permanente, a categoria não precisa cumprir o prazo de três dias, ou seja, a diretoria pode chamar a assembleia a qualquer momento, sem implicações estatutárias e regimentais. “A assembleia permanente reitera que o ponto sobre a greve sanitária não foi encerrado, e a discussão pode retornar a qualquer momento”, finaliza a vice-presidenta da Aprofurg, Alana Pedruzzi.

APROFURG

Foto: Divulgação

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