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Rio Grande registra 128 focos do mosquito da dengue; 26 casos suspeitos foram notificados

A Vigilância em Saúde divulgou na segunda-feira (9), o 9º Boletim Epidemiológico da Dengue, com o mapeamento atualizado dos focos do mosquito Aedes aegypti no município do Rio Grande.

Desde a primeira semana de janeiro, 128 focos do mosquito já foram identificados em diferentes localidades da cidade.

Até o momento, 26 casos suspeitos de dengue foram notificados. Destes, 25 já foram descartados e um permanece em análise. Também foram notificados três casos suspeitos de chikungunya, todos já descartados.

No Rio Grande do Sul, o cenário atual registra 179 casos confirmados de dengue, sendo quatro deles na região sul do Estado.

Focos por localidade

  • Centro e Distrito Industrial: 28
  • Quinta: 17
  • Cidade Nova: 14
  • Bolaxa e São Miguel: 5 em cada
  • Buchholz e Povo Novo: 4 em cada
  • Aeroporto, Linha do Parque e Bernadeth: 3 em cada
  • FURG Carreiros, Prado, Junção e Lar Gaúcho/Navegantes: 2 em cada
  • Trevo, Cibrazém, BGV, Mangueira, Orla e Atlântico Sul: 1 em cada

Focos registrados nos últimos 30 dias

  • Centro: 13
  • Quinta: 11
  • Cidade Nova: 10
  • Distrito Industrial: 8
  • Povo Novo: 4
  • Aeroporto, Bolaxa e São Miguel: 3 em cada
  • Bernadeth, Junção e Buchholz: 2 em cada
  • FURG Carreiros, Lar Gaúcho/Navegantes, Orla, Linha do Parque, Cibrazém e Atlântico Sul: 1 em cada

O que é considerado foco

Os focos do mosquito Aedes aegypti são locais ou recipientes com água parada, que permitem a postura de ovos e o desenvolvimento das larvas do mosquito transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.

Um foco é identificado quando agentes de saúde encontram ovos, larvas, pupas ou mosquitos adultos em água acumulada.

Como prevenir

A Vigilância em Saúde reforça que eliminar água parada é a principal medida de prevenção. Pratos de plantas, garrafas, baldes, pneus, calhas entupidas e qualquer recipiente que possa acumular água devem ser verificados regularmente.

Outro fator que preocupa é o descarte irregular de resíduos em vias públicas e terrenos baldios, situação que favorece a formação de criadouros do mosquito.

A Vigilância também orienta que a população receba os agentes de saúde em suas residências, destacando que as visitas têm caráter educativo e não punitivo. A colaboração da comunidade é fundamental para reduzir os focos e evitar o avanço das arboviroses no município.

→ BOLETIM ARBOVIROSES SE09_26

Assessoria de Comunicação Social Prefeitura Municipal do Rio Grande

Foto: Divulgação

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