Rio Grande

Identificados 284 focos do mosquito Aedes aegypti

O novo Boletim Epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (6) pela Vigilância em Saúde aponta o crescimento de 18 novos focos do mosquito em Rio Grande, reforçando o alerta para a circulação do Aedes aegypti no município.

Confira o número de focos por localidade:

Centro: 60
Distrito Industrial: 51
Cidade Nova: 27
Quinta: 20
Povo Novo: 17
São Miguel: 15
Vila Maria: 13
Prado e Linha do Parque: 08 em cada
Bolaxa, Bernadeth, Junção e Municipal: 06 em cada
Buchholz e Vila Militar: 05 em cada
Lar Gaúcho/Navegantes e Hidráulica: 04 em cada
Aeroporto e São João/Recreio: 03 em cada
FURG Carreiros, Parque Marinha e Mangueira: 02 em cada
Porto Novo, Cibrazém, Orla, Santa Rosa, Jardim do Sol, Trevo, Senandes, Querência, Cassino, Barra e Atlântico Sul: 01 em cada

O boletim também aponta que 34 casos suspeitos de dengue já foram descartados, enquanto outros dois seguem em análise. Em relação à chikungunya, os quatro casos suspeitos investigados tiveram resultado negativo.

No cenário estadual, o Rio Grande do Sul registra 457 casos confirmados de dengue, o que reforça a necessidade de vigilância constante também no município.

A Vigilância em Saúde destaca que o combate ao mosquito depende diretamente da participação da população. A entrada dos agentes de saúde nas residências é fundamental para a identificação e eliminação de criadouros, assim como o cuidado diário com ambientes internos e externos.

Eliminar recipientes que possam acumular água, manter caixas d’água vedadas, limpar calhas e evitar o descarte irregular de lixo são atitudes simples, mas extremamente eficazes no controle do mosquito.

Mais do que uma ação individual, o enfrentamento à dengue é uma responsabilidade coletiva. Cada foco eliminado representa um risco a menos para toda a comunidade. Por outro lado, imóveis fechados ou sem acesso dificultam o trabalho das equipes e podem se tornar pontos críticos de proliferação.

Diante do aumento de focos, o momento exige atenção redobrada. A prevenção continua sendo a principal ferramenta para evitar a doença — e ela começa dentro de casa, com atitudes diárias que fazem diferença em toda a cidade.

Comunicação Social Prefeitura Municipal do Rio Grande

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